Não existe regime tributário melhor para todo mundo. O mais vantajoso depende da atividade, do faturamento, da margem de lucro e da folha de pagamento. Veja o que cada um oferece.
Simples Nacional
- Para empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano.
- Reúne vários tributos em uma única guia mensal (DAS).
- Alíquotas progressivas, que aumentam conforme o faturamento.
- Menos obrigações acessórias.
Lucro Presumido
- Para empresas com faturamento de até R$ 78 milhões por ano.
- IRPJ e CSLL calculados sobre uma margem de lucro presumida pela lei, de acordo com a atividade.
- PIS e COFINS no regime cumulativo.
- Mais obrigações acessórias, mas pode resultar em menos imposto em alguns casos.
O que considerar na escolha
- Margem de lucro: empresas com margem real acima da presumida tendem a se beneficiar do Presumido.
- Folha de pagamento: no Simples, a folha influencia o Fator R; no Presumido, há encargos sobre a folha que precisam entrar na conta.
- Tipo de cliente: quem vende para outras empresas pode ter vantagens na geração de créditos, especialmente com a Reforma Tributária.
- Atividade: algumas atividades têm alíquotas bem diferentes em cada regime.
Quando decidir
A opção pelo regime é feita, em regra, no início de cada ano e vale para o ano inteiro. Por isso, o ideal é simular os cenários no fim do ano anterior, com os números reais da empresa.
Na ME CONT, fazemos esse comparativo para os clientes todos os anos, sem custo adicional na proposta de contabilidade completa.
Conteúdo informativo, de caráter geral. A legislação muda com frequência: antes de tomar uma decisão, converse com um contador.
